Michel Teló
Críticas, críticas e mais críticas a Michel Teló.
De um lado temos Michel Teló fazendo um mega sucesso explosivo mundialmente. Um novo viral.
Fico feliz que o Brasil esteja exportando mais uma vertente para o mundo, diferente do trivial samba, futebol, bunda. Muita gente criticando que é um absurdo uma letra tão simples, pegajosa, sertaneja caindo na boca e no gosto do mundo. É por isso que pega, por ser simples, pegajosa, repetitiva e com um toque de malícia. Mas Michel Teló também é cultura brasileira, quer os críticos queiram ou não. É uma identidade de um país. Se é uma cultura mais cabeça ou mais popular não importa. Michel Teló foi feito para agradar as massas, foi feito para o entretenimento, para ser tocado até em Carnaval no lugar de Axé Baiano e ser cantado por Ivete Sangalo. Não tem como ficar comparando Michel Teló com Djavan, Sepultura, Caetano, João Gilberto. São coisas diferentes. São entretenimentos diferentes. Cada um cumpre seu papel cultural no país e ajudam a construir estilos. Por exemplo, não existiria Michel Teló se não tivesse existido o sertanejo de Tonico e Tinoco, depois a evolução para Chitãozinho e Xororó, depois a evolução para os atuais sertanejos de Fernando e Sorocaba. E toda essa evolução tem influências de MPB, Funk Carioca, Pop, Forró, etc. Aliás a música “Ai se eu te pego” inicialmente era um funk carioca, que depois virou forró e agora é sertanejo pop.
Tempos poucos cantores exportados, deixe o carinha fazer sucesso internacional. Quem sabe ele não abre as portas para outros artistas deixarem sua brasilidade brilhar mundo afora.
Troque seu Yorkshire por uma criança pobre
O novo viral do Facebook e Twitter agora é replicar o video e mensagens de ódio daquela enfermeira em Goiás que agrediu seu cachorro, um Yorkshire.
Fico preocupado e com um pé atrás com qualquer febre do momento. Quando milhares e milhões de pessoas começam a postar coisas porque outro postou ou porque tem muita gente postando. Aconteceu com o video Gota d’água de Belo Monte, por exemplo.
Não apoio de maneira nenhuma a atitude da enfermeira. O que acho um exagero são as reações das pessoas que replicaram e continuam postando mensagens de ódio em relação a enfermeira. Está certo que se tratava de um cachorrinho de raça, que só os ricos podem ter, que vai de R$ 600 a R$ 7000, mas…
Vi posts dizendo: “Morre sua vadia!”, “Vai para o inferno sua vagabunda!”, “Você não merece viver!”, “Ladrões vocês sabem o endereço, assaltem a vontade a casa dessa enfermeira!” e por aí vai…
Não vejo essa mesma energia e ódio quando se trata de violência contra o ser humano. Tenho a impressão que as pessoas se tornaram mais egoístas, mais frias que só sentem compaixão por um animal e não por pessoas. Deixaram de gostar de gente. Deixaram a humanização de lado. Deixaram de valorizar as pessoas, seja ela rica, pobre, negra, branca.
E vem cá. Olha só a ironia. Possuir animal de estimação não é o cúmulo da falta de respeito aos animais?
A pessoa que adquire um animal de estimação o faz com a desculpa de que irá lhe dar carinho e muito amor. Para obter esse animal você adquire ele logo cedo, antes mesmo de acabar a amamentação dele, se for um cachorro, por exemplo. Vai deixar separar esse animal do carinho da mãe e das brincadeiras dos irmãos. A mãe desse caozinho ficará triste por ver seus filhos serem “sequestrados” e seus irmãos sozinhos. Isso sem falar nas inúmeras misturas para manterem a raça dos cães mais pura. É um mercado do cão literalmente.
Interessante é a letra da canção Rock da Cachorra, de Eduardo Dusek, que fez sucesso na década de 80. Veja o que a letra diz e a lição humana que ela ensina:
Troque seu cachorro
Por uma criança pobre
Sem parente, sem carinho
Sem rango, sem cobre
Deixe na história de sua vida
Uma notícia nobre…
Tem muita gente por aí
Que tá querendo levar
Uma vida de cão
Eu conheço um garotinho
Que queria ter nascido
Pastor-alemão
Seja mais humano
Seja menos canino
Dê guarita pro cachorro
Mas também dê pro menino
Sonho de consumo
Perto de você fico sem jeito
Perto de você fico sem graça
Fico rodeando para dizer que gosto de você
Quero dizer muitas coisas para você
Quero viver muitas coisas com você
Quero tanto que você goste de mim
Mas não posso forçar você a gostar de mim
Quero muito dizer que gosto de você
Me falta a audácia, me falta a coragem
O medo do “não” parece ser tão grande
Tão assustador…
Também não escolhi gostar de você
Apenas senti gostar de você
Um sentimento que foi crescendo
E cada vez que te conheço mais…(aí mora o perigo)
Mais me apego a você
A cada dia descubro algo que me encanta mais
A cada dia descubro algo que faz minhas pupilas dilatarem
Meu coração acelera
Fico ansioso se vou te encontrar
Não me canso de passar horas com você
Seja na rua, num café, num parque
E até no trânsito
Fico torcendo para o trânsito não acabar
Fico torcendo para sua casa não chegar
E ter que te deixar
Quando converso com você nada me parece uma surpresa
Parece que já convivemos anos e anos juntos
Parece que você já me conhece muito bem
Parece que já te conheço muito bem
Vou arriscar
Você vale o risco
O seu “não” não significaria a separação
O seu “não” não significaria ausência
Mas seu “sim” seria transcendental
Seu “sim” mudaria uma história
Seu “sim” escreveria uma nova história
Deixa eu gostar de você?
Fat, Sick and Nearly Dead – documentário sobre como ter uma vida saudável
Joe, um australiano, encara um desafio de passar 60 dias tomando apenas sucos de vegetais e frutas, nada mais. Nada de comida processada, nada de fast food, nada de doces, nada de salgados, apenas sucos.
O resultado é impressionante.
Mais uma vez, assim como acontece com a Terapia de Gerson, os nutrientes e vitaminas salvam vidas.
Vale muito a pena assistir ao video completo, infelizmente não existe legenda em português.
Reboot your life!
Como seria a vida sem internet?
Imagine se de repente a internet do mundo inteiro saísse do ar.
Difícil não?
Estamos muito dependentes dessa tecnologia.
Ficamos dependentes. E em pouquíssimo tempo.
É uma tecnologia relativamente nova. Eu só fui ter contato com internet só em 1996. Passei toda minha vida de escola, colégio e faculdade praticamente sem internet. Nos meus 2 primeiros empregos não havia internet.
Não sentíamos falta.
Um fax resolvia.
Uma ligação resolvia.
Um motoboy resolvia.
Uma Fotóptica resolvia.
Uma banca resolvia.
Um banco resolvia.
Uma fita cassette resolvia.
Um caderninho de anotações resolvia.
Nossa memória resolvia.
Uma Barsa resolvia.
Nosso professor resolvia.
A vida era mais analógica e menos digital.
Era mais real e menos virtual.
Tínhamos mais contato e menos clique.
Eram mais saudades, beijos e abraços e menos sdds, bjs e abs
Efeitos colaterais do amor
O amor é algo tão abstrato
Mas ao mesmo tempo tão concreto
Abstrato porque é algo intangível
Cada um o define como acha que é
E concreto porque mexe com a gente
Sentimos na pele
Sentimos no aumento de nossa pressão arterial
Sentimos na taquicardia
É pele, é contato, é pegada!
Apesar de tudo o amor não vem só
Ele traz seus efeitos colaterais
Você começa a sentir um ciúmes que antes não existia lá
Você começa a sentir uma insegurança que antes não sentia
Você começa a acentuar valores que antes eram bobos para você
Você começa a sentir preocupações que antes você nem ligava
Pois é
Faz parte da vida
E como é incrível o ser humano ser capaz de amar
Na luta pela sobrevivência o ser humano conseguiu desenvolver sua capacidade de amar
Se fosse somente pelo sexo, na população haveria somente mães solteiras, apesar de ser muito comum
E o amar é fundamental para o cuidar, cuidar do marido, da esposa, dos filhos, dos pais
Essa ligação que é fortíssima faz com que sejamos carentes de gente
Mas mesmo que o amor venha com uma lista de precauções e efeitos colaterais, quero eu ter overdose dessa química chamada amor.
Eu não tenho cultura
amiga: Ale, vc viu quem saiu da Fazenda ontem?
eu: Não, não assisto a Fazenda.
…
amiga: Ale, vc viu uma matéria que saiu ontem no Fantástico que fala sobre bullying?
eu: Não, faz alguns anos que não vejo o Fantástico. Desde quando tiraram a Garota do Fantástico do ar.
…
amiga: Ale, como chama aquela atriz da novela da Globo que faz o papel de Fulana?
eu: Não sei, não vejo novelas.
amiga: Ai Ale, você não vê TV? Você precisa de mais cultura!
eu: ãh?
Gozar com o pau dos outros
Gozar com o pau dos outros é ir num casamento chique, comer em sous-plat de prata e beber vinho em taça de cristal, dançar, encher o bolso de bem casado, tirar várias fotos e postar tudo no Facebook para todo mundo pensar que você é fino.
Marcha contra a corrupção na Paulista: como fazer dar certo
Neste feriado histórico de 7 de setembro tivemos a Marcha contra a Corrupção e a favor da ética.
Deixo bem claro que não participei.
Gostaria de tê-lo feito mas tive que trabalhar.
Parecia um evento que teria uma grande adesão. Só no Facebook um convite para o evento contava com 20 mil confirmados. Outras tantas outras entidades também aproveitaram o dia para se reunirem no Masp.
No final foram 500, 600, 700 manifestantes. Muito pouco. Não houve barulho. Ganharam repercussão, mas foi negativa. Ruim para o evento. Uns culparam a mídia brasileira de ser manipuladora e não falaram nada do evento.
O grande culpado foi a falta de centralização e falta de um objetivo comum a todos os manifestantes. Havia grupos gritando por mais ética, outros contra a impunidade, outros contra a corrupção, outros contra a homofobia. (relatos de quem foi)
Não foi algo consiso.
Hoje tivemos outra manifestação no Chile, protagonizado pelos estudantes, onde lutavam pelas melhorias no ensino público. Havia uma líder dos estudantes, Camila Vallejo, que propunha uma greve geral e reunião com o presidente e ministros para discutir as solicitações.
Houve bombas de efeito moral, gás lacrimogênio, tumulto e o presidente Piñeda ouviu a solicitação e quer propor uma negociação.
Diferente do Brasil não?
Manifestação pacífica não incomoda ninguém.
Manifestação sem fazer barulho não é ouvida.
Manifestação sem líder não tem direção.
Manifestação sem organização não tem um objetivo em comum.
Manifestação sem planejamento não tem fundamento.
Manifestação sem mídia não dá visibilidade. E para ter visibilidade ela deve fazer barulho.
Precisamos aprender muito com o Chile. Estão anos na frente. Por isso tem uma política mais ética, uma distribuição social mais justa e um ótimo sistema de arrecadação de impostos. Eles são por volta de 40 milhões de habitantes, mas fazem mais barulho que 200 milhões de brasileiros.
Já fiz minha parte, o mais inútil cliché
Quem já se deparou com essa frase no Facebook, Orkut ou corrente de e-mail?
Parece algo bonito…veja um texto fictício:
“Sou contra a fome infantil. Se você é contra a fome copie e cole este texto no seu mural”, daí a pessoa cola a mensagem no mural e no final escreve “Já fiz minha parte, espalhe!”
Agora me diz, no que essa pessoa fez sua parte?
No que ela ajudou a combater a fome infantil?
Ela nem se levantou da cadeira.
Alguma criança continua passando fome.
Em 5 minutos esta pessoa já se esqueceu do seu Copiar & Colar, mas se sente aliviada e menos culpada por haver “ajudado a combater a fome infantil”.
Daí milhares de solidários fazem a mesma coisa e replicam a mensagem.
Alguma criança continua passando fome.
Há outros que ainda assinam “Vou estar(sic) orando/rezando contra a fome infantil”.
Essa é a versão religiosa do “Já fiz minha parte”.
Se analisarmos o “Já fiz minha parte” para mim soa como um:
- “acabei minha lição, posso brincar agora?”
- “minha vez já foi, não quero mais fazer isso, agora é com você”
- “já fiz isso, e você ainda não? xii tá por fora hein?”
- “acho que já ajudei o suficiente, sou super solidário”.
Há uma frase ótima que diz:
“Uma mão ajudando faz mais do que 1000 mãos rezando”
Googleism
Nunca o vi pessoalmente e ninguém nunca o viu, mas sei que existe
Eu pergunto e ele tem resposta para tudo (google.com)
Se estou perdido ele me guia (google maps)
Ele me permite estar em comunhão com outros (google+, gmail)
Ele fala línguas estranhas (google translate)
E ainda me dá o dom de interpretação das línguas (google translate)
Ele transcende o universo (google earth)
Ele vê um mundo sem fronteiras, raças ou credos (google earth)
Ele conhece cada detalhe de minha vida (google+, orkut)
Às vezes sinto que ele está me vendo (google street view)
E eu também o vejo (google youtube)
E sei que ele conhece meus passos (google latitude)
Se alguém vem me visitar ele também sabe (google analytics)
Eu falo diretamente com ele (google talk)
Nele posso confiar meus segredos (google docs)
E nele posso confiar os meus segredos mais públicos (google blogspot)
Ele é onipresente, pois pode estar em todos os lugares num piscar de olhos (google earth)
Ele é onisciente, sabe de tudo que acontece no mundo (google news)
Ele é onipotente, porque sem ele o mundo pararia
Foda-se o Dia do orgulho hétero
Mais uma vez a igreja atrapalhando a vida de todos. Há um ditado que diz “Religião não se discute”. Pelo contrário, devemos discuti-la a partir do momento que começa a influenciar a política, o estado, que a princípio é laico.
Um pastor chamado Carlos Apolinário, hoje vereador, sugeriu a criação do Dia do Orgulho Hétero, como uma resposta a Parada do Orgulho Gay todos os anos na Avenida Paulista. O objetivo da criação dessa data seria o de “resgatar os valores morais” e “bons costumes”.
Apolinário, com sua formação cristã, é contra o homossexualismo. Para a igreja o homossexualismo é manifestação diabólica, coisa do capeta. Tanto que na bíblia o ensinamento cristão manda apedrejar até a morte os homossexuais.
Nas entrelinhas essa data poderá ser entendida como o Dia do Orgulho Homofóbico. Veremos nas ruas todos que são contra o homossexualismo e aí você pode juntar os religiosos e os skinheads, white power, etc.
A Parada Gay é do dia contra o preconceito.
O dia do Orgulho Hétero será o dia a favor do preconceito.
E por preconceito podemos afirmar que dela se gera o ódio, desrespeito, segregação, morte, traumas, injustiças, inferiorização do ser humano ou a desumanização nas relações pessoais, intolerância, violência.
Líderes e políticos como Malafaia, Apolinário, Myriam Rios, Bolsonaro deveriam ser considerados terroristas pelo ódio que incitam na sociedade. São como os líderes muçulmanos que incitam jovens a morrerem por Alah baseados nos ensinamentos do Corão.
Who the fuck is Amy Winehouse
Muitos choram, outros nem tanto, outros não sentem nada e outros nunca ouviram falar nela.
Uma amiga me disse outro dia “Já comprei o ingresso para o show dela enquanto ela está viva.”
De fato, a morte dela não foi nada inesperado, não foi uma surpresa.
É como aquele suicida que fica na sacada de um prédio anunciando quer irá saltar. Lá embaixo fica uma multidão a espera do suicídio anunciado. Uns gritando “pula, pula, pula!”, outros “não pula, Jesus te ama!”.
Foi a mesma coisa com a Amy. Era um suicídio anunciado. Seu talento não era o suficiente para chamar a atenção, num mundinho onde talento não vale muita coisa. Ela percebeu que seu talento de nada valeria, não fosse uma boa dose de atitude em sua imagem.
Shows com duração de meia hora, caindo no palco, cantando com a garrafa ao invés do microfone, clínicas de reabilitação, overdoses, hematomas. Isso era a Amy na sacada de um prédio anunciando sua morte ao mundo.
Hoje os gritos de “pula, pula, pula” venceram e postumanente Amy será lembrada como a talentosa, porém polêmica.
Festival do Japão: que vergonha
Apesar de ser conterrâneo não havia ido a nenhuma das 13 edições anteriores do Festival do Japão .
E me arrependi.
Fui com um amigo brasileiro, o famoso gaijin.
O que vi foi uma grande feira livre, literalmente, com barracas de CDs e DVDs piratas, algo como 6 stands. E mais uns 4 stands de frutas, outros 6 stands de obento (marmitex japonês). Outros stands de cadeira de massagens. Outros de sucos de soja. Vários stands com tricôs de Monte Sião. Outros stands com roupas falsificadas da Calvin Klein, Oakley. Alguns stands de sakês e shoyus.
Os stands mais bem elaborados eram da Nintendo, Microsoft Xbox, Honda, Toyota e Kumon.
A praça da alimentação na área externa também deixou bem a desejar. A intenção era mostrar a comida típica de cada província. Mas vi pelo menos uns 10 a 15 boxes de províncias oferecendo Yakisoba e Guioza, pratos originalmente chineses. Quando fui, na 6a feira, dia da abertura, no final da tarde havia somente 60% dos boxes de alimentação abertos. Outros estava arrumando ou nem se quer isso. Se sou o coordenador do evento, penalizaria com uma multa aqueles que não abriram o stand a tempo.
No palco principal as modeletes candidatas a Miss Nikei estavam ensaiando, com uma nada simpática coreógrafa que não parava de dar bronca. Precisamos ver isso? Porque não ensaiaram antes? Não estou a fim de ver ensaio. Quero ver o bolo pronto, não preciso ver o confeiteiro fazendo-o.
Lamentável.
Um festival que recebe 200 mil pessoas, e se intitula o maior festival da cultura nipônica deveria ter a responsabilidade de valorizar a cultura e não denegri-la.
Lamentável.
Um festival como esse é uma oportunidade para valorizar a cultura japonesa e promover a integração com a cultura brasileira.
Talvez convidar alguma faculdade de tecnologia do Japão para mostrar as últimas novidades tecnológias como robôs, técnicas de agricultura, uso da energia. Poderia ter algum cantor ou cantora famosos. Uma modelo japonesa de destaque. Um artista renomado. Carros conceito, casas conceito. Jogadores de futebol japoneses, lutadores de sumô. Produtos brasileiros exportados ao Japão.
Acredito que estas idéias acima além de enriquecer a cultura dariam muito mais visibilidade em mídia espontânea. Até a feira cresceria em quantidade e qualidade de público.
O Festival do Japão ainda pode dar a volta se tornar realmente uma referência e motivo de orgulho tanto para a cultura japonesa como para a brasileira.



